sábado, julho 29, 2006

Saná'í in "Os Sete Vales"

Como pode o frágil raciocínio abarcar o Alcorão,
Ou a aranha prender uma fênix em sua teia?
Saná'í (séc. XII).
Trad. por Leonora Armstrong e
LHBeust, a partir do inglês de
Marzieh Gail (The Seven Valleys).

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7 Comentários:

Blogger Marco disse...

Não tem a ver com o assunto deste post.
Mas queria dar-te os parabéns pelo comentário no Água Lisa!
Um abraço.

29 julho, 2006 12:50  
Blogger SAM disse...

Agradeço o elogio, Marco.

E até tem tudo a ver. Este "post" só ganha o seu pleno sentido tendo em conta alguns textos, no mínimo incoerentes com a sublimidade do Alcorão e do Islão, que andam a circular na internet!

Não é ao Alcorão que se deve culpar, mas às aranhas e às suas teias pegajosas que o tentam prender às suas visões.

Agradeço a sua visita.

Um abraço.

PS: aos demais leitores proponho umas visitas ao blog do Marco, verão que vale a pena.

03 agosto, 2006 01:12  
Anonymous Anónimo disse...

E quantos estão dispostos a "queimar" o ego para que a Fénix possa renascer das cinzas?
Num mundo pejado de ególatras é bem difícil metamorfosear a componente escorpiónica que, depois de sucessivas mortes e renascimentos ao longo da vida, daria lugar à revivescência do EU - a Fénix!
Penso que a humanidade, salvo raríssimas excepções, está presa (julgando-se livre!) na fase escorpiónica.
O escorpião encarna o espírito belicoso, mal-humorado e cruel; o seu clima é o das tormentas e o seu território é o da tragédia. Segundo uma lenda Mali, os dois cornos do escorpião representam a violência e o ódio e a cauda é o cinzel da vingança.

03 agosto, 2006 01:16  
Blogger Marco disse...

Sam,
Talvez gostes de ver este post:
http://ordoetchaos.wordpress.com/2006/08/03/manuscritos-islamicos-do-mali/

03 agosto, 2006 08:58  
Anonymous Anónimo disse...

A Razão, qual aranha, tece a teia que obscurece a realidade da Existência, erigindo o véu constituído pela natureza falaciosa do ego inferior. Contudo, jamais foi dado poder a uma qualquer sombra para aprisionar a Razão da sua existência.
Faz-se necessário rasgar o véu, votá-lo à destruição… Creio que cumpre, a todo e qualquer ser humano, consumar esta hercúlea tarefa! Quanto a mim, é esta a via para a imortalidade e, para dar alguma credibilidade à minha modesta opinião e a título de exemplo, reporto-me a Fernando Pessoa: «Para me criar destruí-me.»!
Já agora, e dado que as raízes da nossa cultura mergulham no mundo árabe (como também frisou Fernando Pessoa), faço uma breve alusão a Al-Hallâj que, também ele, conseguiu rasgar o véu da ignorância: «Vi o meu Senhor com o olhar do coração. E perguntei-lhe: “Quem és tu?” E Ele disse-me: “Tu!”».

05 agosto, 2006 23:52  
Anonymous Anónimo disse...

«Este "post" só ganha o seu pleno sentido tendo em conta alguns textos, no mínimo incoerentes com a sublimidade do Alcorão e do Islão, que andam a circular na internet»...
Depois de ter dado uma vista de olhos por alguns blogues, foi-me fácil detectar alguns que chispam ódio, intolerância, xenofobia e outras fobias. Deve-se ter compaixão por quem não se sente bem consigo mesmo! No fundo, são pessoas que perseguem a sua própria sombra...

06 agosto, 2006 00:44  
Blogger Carlos Emerson Junior disse...

A respeito desse último comentário devemos ter em mente que as sociedades ocidentais (que tem muito mais acesso à internet) não tem, como direi... "tempo", "paz de espírito", "educação"
O mundo marcha direto para o domínio do capital e poucos terão capacidade ou vontade de ver como isso está afetando suas vidas.
Esse blog é realmente um dos oásis da "grande rede"!

10 setembro, 2006 14:49  

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