terça-feira, julho 10, 2007

A felicidade está nas decisões femininas!!!

Li, recentemente, num dos bons blogs especializados em Psicologia o seguinte artigo: "O Papel da Esposa e a Satisfação Marital".

Remetia a um estudo publicado na Reuters, na qual a equipa liderada por David Vogel, Professor Associado de Psicologia da Universidade do Estado de Iowa, analisou 72 casais, casados em média há 7 anos e com idades próximas aos 33.

Cada um dos membros preencheu um inquérito sobre a satisfação na relação e uma avaliação sobre a habilidade de tomada de decisão. Foi também utilizado um método bastante usual em terapia familiar de casal: a gravação de dez minutos de vídeo e a sua codificação pelos especialistas (codificação dos comportamentos, neste caso, em evitamento, discussão, culpabilização, pressão para a mudança e desistência).

Afirma o autor: "O estudo ao menos sugere que o casamento é um local no qual as mulheres podem exercer algum poder". E o que leva a essa afirmação? As esposas, da investigação, demonstraram maior poder situacional, ou seja: conduziram bem os seus maridos na discussão até chegarem às respostas que elas desejavam. O interessante é que todos os casais que funcionavam assim eram "relativamente felizes".


Dizem no estudo que o interessante não foi "só que as mulheres trouxessem temas que não fossem respondidos, mas que os homens estivessem de facto a acompanhar o que elas diziam. Elas comunicavam com mensagens mais poderosas e que os homens respondiam àquelas mensagens por coinciliação ou desistência".

["Não, ele não vai andar de bicicleta hoje. Convenci-o a ficar em casa e ver um filme romântico comigo"]


Na minha perspectiva pessoal: senhores ouçam às vossas esposas e serão mais felizes. Mas, nada como uma boa consulta familiar. Havendo dinamismo no casal e numerosas facetas e mutabilidade da realidade, se torna útil uma confrontação do entendimento. Diferentes intelectos identificam diferentes facetas da realidade e, assim, na troca de ideias, à qual chamo de consulta, eles podem ajudar-se uns aos outros num esforço conjunto, tolerantes (tentando entender o ponto de vista do outro) que evite a teimosa insistência da verdade pessoal como se fosse absoluta – embora, de facto, toda a verdade humana seja sempre parcial.

Seja como for (homens e mulheres): boa sorte! Nada como uma boa relação a dois para crescermos.

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1 Comentários:

Blogger O Meu Mundo disse...

Gostei deste post EhEhEh :D

11 julho, 2007 23:24  

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